Destaques

Dia de todas as crianças, inclusive as não-humanas

Pixabay

Para comemorar o Dia das Crianças, separamos uma seleção de fotos dos pequenos não-humanos. Afinal, os filhotes precisam de tanto amor e cuidado quando as crianças humanas.

Infelizmente, por causa dos humanos, muitos filhotes não conseguem usufruir da companhia de suas famílias. Bezerros são separados das suas mães pouco tempo após o nascimento e só têm dois possíveis destinos: a morte ou a exploração. Outros filhotes são abusados e maltratados em zoológicos e laboratórios. Nesse data, lembre-se também dos pequenos não-humanos.

1.Chinchilas

Foto: Reddit/CN4President
Reddit/CN4President

2.Pombos

Foto: Reddit/BrianLikesTrains
Foto: Reddit/BrianLikesTrains

3.Porcos-espinhos

Foto: Reddit/Rolling_Toaster
Foto: Reddit/Rolling_Toaster

4.Ouriço

Foto: Reddit/heifmoose
Foto: Reddit/heifmoose

5.Polvos

Foto: Flickr/NOAA Ocean Explorer
Foto: Flickr/NOAA Ocean Explorer

6.Babuínos

baboons

7.Gambás

Foto: Flickr/jan-borgstede
Foto: Flickr/jan-borgstede

8.Zebras

Foto: Reddit/wordsmithie
Foto: Reddit/wordsmithie

9.Castores

castor
Foto: Facebook/BigBendWildlifeSanctuary

10.Morcegos

Foto: Facebook/Australian Bat Clinic & Wildlife Trauma Centre
Foto: Facebook/Australian Bat Clinic & Wildlife Trauma Centre
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Notícias

Liminar proíbe exploração de touros em espetáculo circense em Nova Esperança (PR)

Divulgação

A juíza de plantão da Vara da Fazenda Pública de Nova Esperança (PR), Dra. Ketbi José, concedeu uma liminar proibindo a exploração de touros em um espetáculo do Circo Irmãos Power. Anunciado como “Live Acrobacia em Touros”, o evento forçaria touros a realizarem acrobacias e outras atividades cruéis e antinaturais apenas para o entretenimento do público.

A luta para impedir a atividade teve início após denúncias feitas pela organização em defesa dos direitos animais Sou Amigo. Os advogados animalistas Evelyne Paludo e Rogério Rammê ajuizaram uma Ação Civil Pública com pedido de liminar para impedir a realização do evento. Além da proibição do espetáculo, a decisão também proíbe o adiamento ou transferência dos eventos.

Segundo a limitar: “Consta nos autos prova da divulgação e da previsão da realização de live pelo circo requerido, consistente em show de acrobacias em touros, havendo laudo emitido por médico veterinário indicando que os animais sofrem. Em seu perfil no Instagram, Evelyne Paludo comemorou o deferimento. “É uma vitória do direito animal brasileiro. É uma vitória da causa animal”, disse a advogada.


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Notícias

O choro do Pantanal

Por Aleluia Heringer

Foto: Caio Guatelli

Uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta tanto chorou que secou.
Animais carbonizados. Os que conseguiram sobreviver, assustados com olhar atônito, não sabem para onde correr. Não entendem o que está acontecendo. Imagino que se perguntam: fizemos algo para merecer a dizimação?

Árvores esturricadas, rios desidratados. As nuvens ouviram os gemidos agonizantes da Terra. Fizeram luto. Choraram água com fuligem escura.

A jaguatirica com as patas feridas, não consegue correr. Tal cena lembra nossa incompetência como mordomos da criação. Seremos demitidos pelo Criador?

A notícia nos chega como um espelho que reflete o lado sombrio e demente da humanidade. Silenciamos. Inconsoláveis e imponentes, ficamos paralisados, sabendo que, depois do estrago feito, pouco adiantará carta-aberta, nota de repúdio, culpar alguém. E agora, José?

Quem lançou a primeira centelha de fogo? É alguém, um sistema, um projeto de governo ou tudo isso e nós? A destruição insistente daquilo que ainda resta dos biomas brasileiros têm a coautoria de eleitores, do legislativo, do judiciário e do executivo. A proteção do patrimônio ambiental brasileiro deveria ser um imperativo do Estado Brasileiro, acima dos governos que se alternam, pois não pode corresponder à lógica imediatista da economia e da política.

A destruição da vida onde ela pulsava exuberante tem várias assinaturas. O DNA é do sistema que tem ânsia de expansão, de bater recordes de PIB, de safra, de minério e de rebanho. Sempre mais e mais, sem o tempo natural de restauração. Nossa estética é de tratores, motosserras, escavadeiras, dragas. Esses equipamentos falam da nossa linguagem e disposição. Destruímos aquilo que nos dá a vida e sustento: a água, as árvores e a possibilidade de continuarmos existindo. Ignorantes somos nós!

A centelha está em nossas demandas de consumo, em nossa avidez de comer e consumir muito além que precisamos. Puro capricho de desejos fúteis. Autorizamos, como mercado, a expansão. Podemos, de igual modo, desautorizar com nossos hábitos, valores e estilo de vida. Hoje, comprar, comer, vestir, viver são atos políticos.

A vida prevalecerá, pois é inerente à natureza, contudo, estamos tensionando para além do limite de recuperação. Na paisagem da terra arrasada, seguiremos nossa rotina? Que os artistas desenhem, cantem, façam poemas e pintem esse momento, talvez a única forma de redimirmos com o universo e de deixar o registro desta desgraça – a falta de graça de nossa história. Sem tempo para o luto, precisaremos de uma grande aliança em defesa daquilo que nos resta. Chega de brincar com fogo.


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Artigos, Notícias

Diante do “Antropocaos”: veganismo e crise climática

Por Mariah Peixoto*

Pixabay

A intensa intervenção humana nos ecossistemas, os insustentáveis padrões de consumo e o utópico anseio por um crescimento econômico ilimitado são alguns dos fatores que estão a gerar graves consequências ambientais em toda a extensão do globo terrestre, ameaçando a vida das espécies que aqui habitam. Apesar do negacionismo vigente no cenário político nacional e internacional, temos que a crise climática, como nos aponta a comunidade científica e organizações internacionais como as Nações Unidas [1], é hoje um dos principais problemas a serem enfrentados no Antropoceno.

O entendimento da natureza como mero recurso, a construção de uma jurisprudência que atende exclusivamente ao “Homem” e um aparato cultural que dissemina e valida a narrativa de superioridade da razão e do domínio da linguagem, justificando a opressão daqueles tidos como “irracionais”, são alguns fatores que intensamente contribuem para o agravamento e desencadeamento de crises que hoje vivenciamos. Estamos diante de um sistema biopolítico que assegura e legitima uma sórdida e estrutural dominação exercida sobre outros animais, humanos e não humanos, visando o bem-estar de uma pequena parcela daqueles que aqui habitam.

Por mais que tentemos ignorar por razões diversas, como cultura, hábito, estrutura econômica e outros, há uma inegável conexão entre as mudanças climáticas e a exploração sistêmica de outras espécies animais, foco do presente ensaio. Até mesmo a pandemia do COVID-19, que severamente abala e danifica toda uma estrutura global, se conecta intimamente com a biopolítica que rege as relações interespécies.

Como nos aponta um relatório produzido pela FAO em 2013 [2], o surgimento de vírus como o do HIV-1 (vírus da imunodeficiência), a doença da “vaca louca”, SARS/SRAG (síndrome respiratória aguda grave), gripe suína e outras tantas podem ser atribuídas ao consumo de produtos de origem animais, tanto de espécies “exóticas” quanto as “de criação”. No caso do coronavírus em específico, pesquisas [3][4][5] apontam que seu surgimento pode estar associado ao consumo de animais selvagens comercializados em Wuhan, Hubei (China), sendo uma gravíssima zoonose.

Já a crise climática, por sua vez, é mais um sério exemplo de como o antropocentrismo traduzido na exploração e consumo de animais não-humanos gera não apenas o sofrimento e morte desses, mas também nossa. Pensando no cenário nacional e em nossa infeliz contribuição para o agravamento dessa tenebrosa crise, medições e dados [6] nos indicam que o desmatamento de florestas tropicais gera um impacto substancial no aumento da emissão de gases de efeito estufa. Porém, o que motiva tal desmatamento? Pesquisadores apontam para existência de três principais causas diretas do desmatamento da Amazônia brasileira: “a pecuária, a agricultura de larga escala e a agricultura de corte e queima” [7] (RIVERO et al., 2009, p. 42), sendo dessas a pecuária bovina a mais relevante. O chamado animal industrial complex, que se traduz na exploração em escala industrial de animais não humanos para consumos diversos, portanto, possui uma contribuição direta na intensificação do aquecimento global, tanto por impulsionar o desmatamento quanto pela alta taxa de metano entérico emitida pelos próprios rebanhos [8].

Os devastadores e inadmissíveis incêndios, muitos deles criminosos, que consumiram quase 3 milhões de hectares de nosso pantanal em 2020 [9] também têm suas raízes fundamentadas sobre a exploração animal. De acordo com a Polícia Federal [10] e investigações jornalísticas [11], a maior suspeita é de que os incêndios provocados tenham tido a intenção clara de transformar uma riquíssima biodiversidade em simples pasto. Sim, pasto esse que servirá de alimento para gados que, por sua vez, alimentarão, sem justificativa nutricional [12][13], aqueles que insistem em manter animais mortos em suas dietas.

Diante da miríade de desafios ecológicos e sociais que despontam nesse Novo Regime Climático, abolir o consumo de animais é uma necessidade não apenas ética e moral, mas também factual. O veganismo político se apresenta como crucial para a construção de experiências verdadeiramente democráticas, democracia essa que deverá se estender para além do humano. Não podemos prosseguir a dar voz nem a políticos e líderes negacionistas, esses que descaradamente mentem, negam fatos e culpam “índios e caboclos” [12] por incêndios que, em realidade, são associados ao abastecimento de gigantes do agronegócio, nem a qualquer um que não tenha a pauta animal e ambiental como prioridade. Não podemos pautar nosso desenvolvimento econômico em uma destruição que, ao final, assinará nossa própria sentença de morte.

É necessário que dediquemos, coletivamente, nossas energias para a busca de novas soluções para os problemas econômicos, sociais e ambientais que nos assolam, sem apostar em uma tradicional receita que se mostrou fadada ao fracasso. Porém, também é necessário abdicarmos o hedonismo egoísta que nos leva a ignorar as consequências e dilemas éticos de nossos prazeres, fechando os olhos a toda exploração envolvida na produção daquilo que consumimos de forma supérflua (e como dito acima, consumir produtos de origem animal não é uma necessidade nutricional real!).

Uma mudança estrutural não se sustentará se não reverberar, genuinamente, em nossos microcosmos. Um novo comportamento coletivo não se formará sem a adesão individual. Assim, por mais que pareça pequena diante de tantos problemas que vivenciamos globalmente, a adoção do veganismo é uma forte ação política, abalando microestruturas e colaborando para a construção de futuros sistemas mais empáticos e includentes.

Por fim, passar a considerar os direitos dos animais não humanos é um importante passo para que possamos construir uma relação menos predatória para com a natureza como um todo. Criar uma consciência ecológica é essencial para a superação de uma crise ambiental que, caso não seja levada com seriedade, prosseguirá mostrando sua força com cada vez mais afinco e destruição. O presente exige mudanças para que o futuro ao menos exista.

* Mariah Peixoto é uma das coordenadoras da linha de pesquisa e extensão D.I.A.N. (@projetodian) da Universidade de São Paulo – Campus Leste (EACH-USP), dedicado a discutir direitos animais, ecojustiça e educação.


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Jovem cearense cria o primeiro site voltado para ajudar na adoção de animais abandonados no Ceará

Reprodução

O jovem Felipe Ribeiro, criou o Adotapet, site que oferece ajuda para quem deseja adotar um animal doméstico e ainda doará para os 20 primeiros animais adotados consulta e castração.

Em uma rápida olhada nas redes sociais, é comum ver diversas Organizações Não Governamentais – ONGs de animais no Ceará com diversos animais resgatados e precisando de adoção. Com a pandemia, ficaram ainda mais difícil essas adoções, já que as feiras estão proibidas para não gerar aglomerações.

Foi pensando nisso, que Felipe Ribeiro (34) criou o Adotapet, um site que auxilia nas doações de animais resgatados pelas ONGs e protetores independentes da cidade de Fortaleza e de todo o Ceará. O melhor é que os primeiros 20 animais adotados através do site, ganharão consulta e castração totalmente grátis da Bichomania. “É o primeiro site do Nordeste que abrange todas ONGs e protetores independentes de animais. Ainda terá complementações, como tela de parceiros para ajudar as ONGs, eventos e também uma tela de doação para ajudar esses animais”- diz Felipe.

Mas não é de agora que Felipe ajuda a causa animal. O trabalho voluntário começou há 15 anos, desde que abriu a Bichomania. Ao longo dos anos, foram milhares de consultas, castrações, exames e toneladas de rações doados. “Perdi a conta de consultas, exames e castrações que doamos para animais carentes, a ONG Abrace é uma das que sempre pôde contar conosco. Ano passado, fizemos o Sana no Centro de Eventos do Ceará, maior evento de adoção da história do Nordeste, onde conseguimos adoção para 54 animais e alegrar 54 famílias. Este ano não fizemos o evento devido à pandemia, então o site foi uma maneira que vimos para termos um local permanente de adoção, de modo que não tenha aglomeração e possamos ajudar todas as ONGs ao mesmo tempo”- explica.

O site funciona para as ONGs que desejam doar seus animais e para quem quer adotar. Todo o sistema foi feito de forma completa e simples para facilitar o acesso e consequentemente a adoção. “Basta entrar no site e se cadastrar. Ele é altamente autoexplicativo, podendo ser filtrado por ONG, espécies de animais, idade, porte e sexo. Então aparecem os animais disponíveis, com todas as informações, por exemplo, se é castrado, vacinado vermífugado etc. Você escolhendo o animal, vai responder um formulário padrão de adoção e um termo de compromisso. Depois o responsável pelo animal entrará em contato para concluir a adoção”- pontua Felipe.

Qualquer abrigo pode fazer parte. Basta entrar no site, se cadastrar como ONG, colocar todas as informações, aguardar o ok do site e já fica disponível para cadastrar os animais.

De acordo com Felipe, é mais que necessário um bom relacionamento entre os protetores e empresários do seguimento. A causa animal é muito maior e mais complexa do que se imagina. Então o ideal é que se possa caminhar juntos: empresários e protetores”- conclui.


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Deprimido por não ser adotado, pit bull para de comer

Foto: Agoura Animal Care Center

Dozer, um simpático cachorrinho da raça pit bull teve uma atitude inesperada após se cansar de ficar um ano em um abrigo sem receber qualquer pedido de adoção, ele parou de comer o que levou os funcionários do abrigo a criar uma campanha de adoção para o cãozinho.

Preocupados com a saúde do animalzinho e querendo ajudá-lo a encontrar uma família, os voluntários da instituição Agoura Animal Care Center, localizada na Califórnia, nos Estados Unidos, resolveram escrever um cartaz e junto com uma foto de Dozer divulgar nas redes sociais, a fim de encontrar um lar definitivo para o adorável animal.

A placa chamava a atenção principalmente para a personalidade dócil, amigável e companheira de Dozer que só queria uma família que o amasse: “Por que ninguém me quer? Estou no abrigo de animais de Agoura há quase um ano inteiro! Fiquei tão triste que perdi o interesse em comer. Os voluntários me dizem que sou um menino tão bom. Sou ótimo para apartamentos, ótimo com crianças e amo as pessoas. Tudo que quero é que alguém me ame… Poderia ser você? Com amor, Dozer”, dizia o cartaz pendurado no pescoço do cachorro.

Foto: Agoura Animal Care Center

A imagem do pit bull com a plaquinha pedindo um lar viralizou nas redes sociais, alcançando diversas pessoas que demonstraram interesse em oferecer um lar para o simpático cãozinho. O sucesso da postagem foi tanto que em apenas dois dias ele recebeu um total de 96 pedidos de adoção e finalmente encontrou um lar definitivo com alguém que certamente o irá amar muito da forma como ele sempre mereceu.


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Notícias

Tartarugas surgem em massa no litoral indiano para fazer ninhos

Foto: @bipro_seas

Pela primeira vez em sete anos, milhares de tartarugas marinhas da espécie Olive Ridley chegaram à costa da Índia em plena luz do dia para fazer seus ninhos. De acordo com especialistas, a última vez em que as tartarugas foram vistas na costa durante o dia foi em 2013.

Apesar do fenômeno ter ocorrido durante a quarentena imposta pelo governo da Índia devido à pandemia de coronavírus, especialistas e oficiais do governo negaram que o aumento no número de tartarugas esteja relacionado com a ausência de turistas no litoral.

De acordo com o ambientalista e presidente da Orissa Environment Society, S.N. Patro, o isolamento social apenas diminuiu as baixas de tartarugas marinhas ou os danos causados em ovos que são comuns em dias normais, no entanto, com a ausência de pessoas os ovos se tornam presas mais fáceis de outros animais.


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Cachorro enfrenta incêndio em residência para salvar filhote de gato

Foto: Divulgação

Cães são animais extremamente leais, tanto com seus tutores, quanto com outros animais com quem desenvolvam um laço afetivo de amizade, e isso pode ser provado por um simpático cãozinho herói que arriscou sua vida ao entrar em uma residência em chamas com o intuito de salvar a vida de seu amigo, um frágil gatinho filhote.

A emocionante história aconteceu na cidade de Donetsk, na Ucrânia, após uma empresa local explodir e as chamas afetarem residências próximas, o que fez com que os tutores dos animais deixassem a residência. No entanto, devido ao desespero ocasionado pela situação, os guardiões não encontraram o gatinho que, por conta da movimentação, provavelmente havia se escondido em algum lugar.

Assim que estava salvo do lado de fora da casa, que já estava sendo consumida pelo fogo, o cachorro, ao notar que seu amigo não estava com seus tutores, correu em direção a residência, para o desespero de seus responsáveis, que pensaram que perderiam seus dois companheiros de quatro patas no incêndio.

No entanto, para o alívio de todos, o cachorro herói saiu da residência alguns minutos depois carregando em sua boca o seu inseparável irmãozinho gatinho, que estava bastante assustado, porém são e salvo. Segundo os tutores dos animais, ambos eram muito ligados um ao outro, o que explica o fato do cãozinho ter voltado para salvar seu irmãozinho e se tornado assim um grande herói.


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Homem é flagrado cortando pescoço de cachorro sem anestesia para retirar tumor

Foto: PMDF

Um homem foi encaminhado para a delegacia no último domingo, 05, em Riacho Fundo II, no Distrito Federal, após ser flagrado por seus vizinhos cortando o pescoço de um cachorro para retirar um tumor que havia no animal. A ocorrência foi registrada pelo Batalhão de Policiamento Ambiental (BPMA). O homem responderá pelo crime de maus-tratos aos animais.

Os moradores estranharam os gritos do cachorro e foram verificar o que estava acontecendo. Quando chegaram ao local se depararam com o acusado cortando e costurando o pescoço de um cachorro sem utilizar anestesia para retirar um tumor que havia no animal.

De acordo com a advogada Ana Paula Vasconcelos, assim que avistaram a cena, os habitantes entraram em contato com a polícia e em seguida levaram o cãozinho até uma clinica veterinária. “Quando chegaram, viram o animal com as patas amarradas e o pescoço sendo costurado, um absurdo. Em decorrência dos ferimentos, o cão está internado em estado grave, correndo risco de morrer”, disse a advogada.

Segundo os moradores da vizinhança, está não foi a primeira vez que o acusado maltratou um animal. Os vizinhos do homem afirmam que ele havia dado chumbinho para uma cadelinha, após constatar que ela estava doente.


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Câmeras escondidas flagram bezerros sendo espancados na França

Foto: Pixabay

Gravações feitas pelo Eyes on Animals e uma organização de assistência social francesa, mostram o exato momento em que funcionários de uma estação de alimentação espancam com um pedaço de madeira bezerros irlandeses que haviam acabado de ser exportados para o país.

As agressões foram flagradas após os ativistas do Eyes on Animals seguirem um caminhão de bezerros que saía da Irlanda, rumo à França. De acordo com os ativistas, os animais foram cruelmente maltratados e espancados quando chegaram ao destino final.

“Os quatro caminhões irlandeses carregavam cerca de 1.200 bezerros e, quando chegaram, eles estavam desesperados por leite. Os trabalhadores ficaram impacientes porque não conseguiam alimentá-los. Os bezerros foram chutados e golpeados repetidamente, principalmente ao redor da cabeça com paus. Vimos um deles desmaiar, por causa da brutalidade ou por exaustão e fome. Ou ambos.”

A Irlanda realiza a importação de bezerros para a Europa como forma de gerar receita para o país, no entanto, a exportação deve seguir leis impostas pela União Europeia que exige horários rigorosos de descanso e alimentação para os bezerros. De acordo com a diretora da organização, Lesley Moffat, as leis impostas pela UE foram ignoradas. “Incluindo o tempo necessário para mover bezerros de e para os portos, além de uma viagem de barco de cerca de 18 horas, os bezerros estavam na estrada por cerca de 23 horas sem leite ou substituto do leite, bem acima do máximo legal de 18 horas”.

Os ativistas mencionam que o tratamento dado aos bezerros está sendo ainda mais negligente devido à crise do coronavírus. “Com a crise, está ocorrendo uma série de quebra de leis da UE, o que aumenta o risco de infecções e doenças serem transferidas de um país para outro. Não há quarentena automática para caminhoneiros. Nesta viagem, os pilotos se mudaram de Rosslare para a França, passando pela Bélgica, até a Holanda, e depois voltaram para casa”, concluí Lesley Moffat.


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