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Resgatado de rinhas, cão machucado ganha seu primeiro banho quente

A caminho de um novo trabalho, Casey Lawrence não imaginava que uma volta errada faria dela heroína por um dia. Quando espiou bem ao redor, a corretora de imóveis notou um galpão de cães usados em rinhas. E ficou boquiaberta ao ver a cena de horror lá dentro: os cadáveres dos pobres animais forçados a combater.

Por sorte, havia um desses cachorros que parecia ainda lutar por sua vida. Lawrence entrou de imediato e o viu caído. Às pressas, ela pôs o animal no carro e alavancou para a Clínica Veterinária Baxter. Decidiram chamá-lo de Rambo.

CARE

O doutor nem precisou fazer um exame profundo para ver que o cão levou uma vida dura, bastou ver as muitas feridas e marcas de mordidas por todo o corpo. Suas pernas traseiras estavam infectadas e feridas, precisando ser amputada. Acredita-se que elas foram danificadas por terem amarrado seu calcanhar um ao outro.

Apesar de toda a atrocidade que passou, Rambo ainda abana a cauda. Faz questão de demonstrar a quem o salvou sua vontade de viver.

Depois da cirurgia, encaminharam-no para a Emergência e Recepção Animal Charlotte (CARE) para demais tratamentos. E, a cada dia, Rambo parecia um pouco mais forte.

O campeão ganhou seu primeiro banho quente na vida, muitos brinquedos – com os quais brinca o dia todo. Inicialmente, ele foi levado para um lar provisório até que por fim achou uma tutora pelo resto da vida. Shelly Cheshire, a nova tutora, foi quem publicou a história do mascote no fórum ILoveMyDogSoMuch.

CARE

Além de novos “papais” humanos, Rambo ganhou também um irmão peludo, o Dallas, com quem logo fez amizade.

Uma coisa é certa: se Casey não tivesse se perdido a caminho do trabalho, Rambo provavelmente não estaria vivo hoje. “Os imprevistos podem mudar todo o roteiro da sua vida, mas nunca podem te tirar da direção da peça”, disse.

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Gatos são alvos de assassino em série em Caxias do Sul (RS)

Foto: Ilustração | Pixabay

Residentes do bairro Santa Corona, em Caxias do Sul (RS), delataram a morte de gatos por intoxicação e tiros de chumbinho. Os assassinatos acontecem em série, segundo uma moradora que optou por não se identificar ao portal GaúchaZH. Nesta última semana, o gato Chico Jr. chegou em casa alvejado por arma de pressão e não resistiu.

“Isso já tinha acontecido antes, de levar tiro, mas conseguimos salvar. Há algum tempo, o Chico desapareceu por uma semana. Voltou magro e frágil, por isso acreditamos que ele foi mantido em cativeiro, mas conseguiu fugir. Dessa vez, ele não sobreviveu”, alega.

A residente também diz que casos como esse sucedem desde o ano passado. E ela, inclusive, já perdeu dois gatos: Chico tinha dois anos e foi envenenado, e Chico Jr. o em questão.

De acordo com ela, perder os gatinhos abalou os netos e, sobretudo, o esposo que é bastante apegado aos animais.

“Eu fico muito revoltado. Eu sou muito apegado aos animais. Já cheguei a pegar para mim um cachorro que iriam matar. Se eu vejo alguém maltratando os animais eu avanço. Me parte o coração ver isso, por que não afastar o animal de outra forma? Com água ou de forma inofensiva? O animal não fez nada para merecer isso”, desabafou o homem.

Quebra de silêncio

O casal fez um boletim de ocorrência on-line e contatou Paulo Cézar Duarte, defensor dos animais. Segundo ele, vários residentes do bairro Santa Corona têm pedido ajuda em eventos parecidos.

“No ano passado, o gato de outra moradora foi alvejado e sobreviveu, mas dias depois foi encontrado morto a enxadadas. Orientamos que os autores façam a denúncia, mas muitos têm medo de retaliação” – enfatiza Paulo.

Os casos têm virado cada vez mais constantes e alarmantes. Pois desde terça-feira mais dois morreram por intoxicação num intervalo de poucas horas e causaram revolta nos habitantes do bairro. Fora que vários ainda alegam que seus animais domésticos andam desaparecidos há muitos dias. Por conta da reincidência dos ataques, o defensor dos animais relata que ele e outros voluntários querem lançar uma passeata para orientar a população sobre maus-tratos.

Como agir

O município conseguiu, de uns tempos para cá, o primeiro cartório especializado em investigar crimes de maus-tratos e crueldade contra bichos. Fundado no 3° Distrito Policial, trabalhará em parceria com o Departamento de Proteção Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

A indicação da Polícia Civil é registrar o boletim de ocorrência para esclarecimento do crime. Daniela Cargnino, escrivã do cartório, avisa os cuidadores para obterem testemunhas e fotos, denunciar com maior quantidade de informações possíveis. Unicamente com dados inteiros e evidências pode-se deter o culpado.

“Muitas pessoas acabam não denunciando, porque preferem não se identificar, mas é muito importante. Pelo site ou WhatsApp da Polícia Civil é possível se manter anônimo”, finaliza Daniela.

Em menos de uma semana, ela diz que já existe muito o que fazer.

Lei Sansão

Foto: Reprodução | Planalto

No ano passado, o governo sancionou o projeto de lei 1095/2019 em lei 14064/2020, para reformar o artigo 32 da Lei 9805 do Meio Ambiente de 1998. Apelidada Lei Sansão, a nova sanção deu ênfase e força ao combate a crimes de maus-tratos de cães e gatos. O apelido veio do caso de um pit bull que fora brutalmente desmembrado e chocou o país. Saiba mais sobre a operação da nova lei numa entrevista especial da Rádio EBC.

Meios de denúncia

Sítio da Polícia Civil;

Disque Denúncia – 181;

Disque Denúncia – (71) 3235-000.

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Cão hospedado em hotel fica ferido e dona do estabelecimento é condenada na Justiça

Foto: Reprodução/Pixabay/Imagem Ilustrativa

A 27ª Vara Cível de Belo Horizonte, do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), condenou a proprietária de um hotel para animais a indenizar a tutora de um cachorro em R$ 5 mil em danos morais e R$ 2.876,88 em compensação a cuidados veterinários após o cão sofrer ferimentos enquanto estava hospedado no local.

Na decisão, divulgada na última segunda-feira (12), o juiz João Luiz Nascimento de Oliveira considerou que os ferimentos causados no cachorro foram comprovados.

O caso aconteceu em 2016, após uma cliente do hotel levar quatro cães da raça shih-tzu para o estabelecimento, situado em Belo Horizonte, onde os animais ficaram hospedados após passarem por avaliação veterinária. Segundo o tribunal, os cães estavam saudáveis e “em perfeito estado” quando chegaram ao hotel, no dia 21 de dezembro.

Ao buscar os cães no dia 3 de janeiro de 2017, a cliente do hotel percebeu que um deles estava com ferimentos em uma das patas e com “dois olhos vazando”. Diante do caso, ela decidiu acionar o Poder Judiciário para fazer justiça pelo cachorro, que sofreu por conta dos machucados.

Embora a proprietária do estabelecimento de hospedagem para cães tenha alegado que o shih tzu não se machucou no hotel e que “os cães gozavam de inteira saúde” quando foram entregues à tutora, o magistrado que julgou o processo considerou que ela não comprovou sua alegação.

“Segundo o juiz, o serviço defeituoso causou danos materiais e morais, considerando-se que lesões aos animais de estimação são capazes de produzir dor e sofrimento em seus donos. E que a fornecedora não comprovou inexistência de defeito no serviço, nem culpa exclusiva de terceiros. Os danos, segundo o magistrado, foram devidamente comprovados”, informou o TJMG em comunicado à imprensa.

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Abandono de animais dispara durante a pandemia em Vitorino (PR)

 

Foto: Pixabay

O município de Vitorino, no interior do Paraná, registrou um aumento no número de animais abandonados durante a pandemia de coronavírus.

Muitos tutores abandonam seus animais ao perceberem que terão mais gastos com eles, especialmente durante esse período de crise econômica.

Casos de filhotes abandonados por tutores que não impediram que suas cadelas engravidassem, de cães e gatos deixados nas ruas após serem atropelados ou adoecerem têm sido cada vez mais comuns na cidade.

Presidente da Associação de Protetores de Animais de Vitorino (Apavi), Denise conta que a situação dos animais piorou bastante no município. “O pessoal mais carente tem muitos animais que não tem castração e ai vem crias e aumenta a população de animais. Eles [os tutores] não conseguem alimentar esses animais e largam na rua”, lamentou a ativista ao conceder entrevista ao portal Diário do Sudeste.

Por não dispor de um abrigo para acolher os animais resgatados, a ONG os encaminha para lares temporários, onde eles permanecem até que sejam adotados.

Para se manter, a Apavi depende de doações e do interesse da população em adotar os animais resgatados. Para colaborar com doando R$ 10 ou mais por mês ou ainda para adotar um dos cães e gatos mantidos pela instituição basta entrar em contato com Denise pelo número (46) 99117-3230.

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