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Circo de golfinhos é proibido oficialmente na Indonésia

Os mamíferos eram forçados a atuar em piscinas pequenas altamente cloradas e com produtos químicos fortes capazes de queimar os olhos do ser humano


Wolfgang Zimmel/Pixabay

Na quinta-feira (5), o Ministério do Meio Ambiente e Florestas (KLHK), proibiu oficialmente os shows de circo com golfinhos na Indonésia. O marco é considerado importantíssimo na história dos direitos animais e para a história do país, uma vez que os shows eram considerados os mais cruéis do mundo.

“As autorizações para shows de golfinhos [em viagem] expiraram”, disse o chefe do centro técnico da KLHK, Indra Explotasia, em comunicado, conforme citado pela CNN Indonésia, se referindo aos shows dos animais, que eram oferecidos pelas agências de viagens para turistas de todo o mundo.

De acordo com o site Coconuts (6), os shows foram apelidados de “show de golfinhos mais cruel do mundo” pelo grupo de defesa dos golfinhos Dolphin Project , que há muito tempo defende a proibição de shows desse tipo na Indonésia.

Ademais, a investigação do Dolphin Project revelou que os golfinhos usados ​​para o circo eram frequentemente transportados entre cidades ou vilas e que podiam passar até três dias em “caixas” transportadas em caminhões.

De acordo com o site One Green Planet (6), os mamíferos eram forçados a atuar em piscinas pequenas altamente cloradas e com produtos químicos fortes capazes de queimar os olhos do ser humano. Além disso, os golfinhos eram alimentados somente durante o show, para que o público pudesse vê-los pulando aros e dançando com a música.

O site também enfatiza que “é uma boa notícia e um grande passo em direção ao progresso que esses animais não sofrerão mais no circo, mas ainda há mais avanços a serem feitos”.

De acordo com o Dolphin Project , os parques ainda são capazes de continuar com performances de golfinhos, no entanto, eles continuarão monitorando a situação e fazendo tudo o que puderem para que os shows não ocorram novamente.


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Notícias

Expedia é pressionada a parar de vender ingressos para show de golfinhos

As empresas de viagem, TripAdvisor , a British Airways Holidays, a Booking.com e a Virgin já não possuem mais vínculos com zoológicos e golfinhos


Pexels/Pixabay

Atualmente, ativistas de direitos dos animais estão pressionando a Expedia, uma empresa de viagens norte-americana, a parar de vender ingressos para shows de golfinhos. Os ativistas da entidade animal, World Animal Protection (WAP) foram recentemente à sede da empresa em Londres protestar contra as vendas da empresa.

Os ativistas também pediram que os golfinhos não sejam mais utilizados como entretenimento e que a empresa pare de lucrar em função dos shows com os animais.

Um ativista disse ao Metro UK a respeito dos golfinhos que são criados em cativeiros e alertou perigo aos animais: “Eles começam a mostrar sinais de agressão um ao outro. É incrivelmente estressante para eles. Eles são animais muito sociais e vivem em grandes grupos, portanto, separar aleatoriamente um deles terá um grande efeito em todo o grupo.  Com o estresse, eles mastigam as barras do tanque e sofrem problemas dentários. Além do mais, eles precisam constantemente descobrir uma nova hierarquia social com golfinhos estranhos que eles não conhecem”.

Segundo o site One Green Planet desta quarta-feira (29), os golfinhos são confinados em tanques que medem o tamanho de uma tela Imax (de cinema), em vez de seus 400 quilômetros quadrados em alto mar, livres de limitação.

O WAP também alerta que os golfinhos estão sendo alimentados à força, em um processo chamado de “tubulação” (através de sondas), uma vez que estão em cativeiro e não conseguem caçar o próprio alimento, geralmente, peixes congelados.

As empresas de viagem, TripAdvisor , a British Airways Holidays, a Booking.com e a Virgin já não possuem mais vínculos com zoológicos e golfinhos. A respeito das reivindicações dos ativistas, a empresa Expedia disse por meio de um comunicado: “Estamos trabalhando em estreita colaboração com organizações respeitadas globalmente para reexaminar nossa política de bem-estar animal”.


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Empresas de turismo são acusadas de maus-tratos a golfinhos

Os destinos dos animais são o entretenimento para turistas e o comércio de carne


Créditos: Dholpin Project

Câmeras de ativistas registraram momentos em que pescadores capturaram golfinhos e os carregaram em barcos pela enseada de Taiji, no Japão. Lutando para escapar da rede que os prendia, os animais se machucaram e deixaram um rastro de sangue pela água. Os destinos destes golfinhos podem ser os parques de entretenimento ou a morte para a venda da carne.

De acordo com Tim Burns, gerente de campanha do The Dolphin Project, ao qual pertencem os ativistas que registraram as imagens, “a estimativa é de que, para cada mil mamíferos marinhos capturados, cerca de 200 entram em cativeiro e o restante tem sua carne comercializada”. A venda dos animais pode render aos pescadores até 190 mil libras.

Acredita-se que a empresa de viagens TUI seja o único grande empreendimento britânico a oferecer um pacote de férias para ‘experiências com golfinhos’. Ela possui parceria com o resort Atlantis Sanya, na China, que dispõe de um parque aquático para os hóspedes ‘conhecerem e interagirem’ com os golfinhos, enquanto os fotógrafos capturam o momento. A experiência custa 130 libras por dia.

O grupo britânico Dolphin Freedom UK pediu à agência de viagens que corte os laços com o zoológico SeaWorld e locais semelhantes. Apesar das acusações, o porta-voz da TUI afirmou que a empresa está “comprometida em trabalhar apenas com locais que concordem em apoiar a Orientação Global de Bem-Estar para Animais no Turismo, conforme formulada pela Associação de Agentes de Viagens Britânicos”.

Para Tim Burns, os turistas têm em suas mentes a imagem de que os golfinhos são ‘gentilmente recolhidos’ da costa e “desconhecem quantas criaturas morreram para que eles pudessem nadar com aquele golfinho que encontraram”, disse em entrevista ao Daily Mirror. Os animais são levados para a costa por caçadores que abaixam postes de aço na água e os atingem com martelos. Isso faz com que os mamíferos nadem para escapar do barulho e acabam presos pelas redes.

Créditos: Dolphin Project

Aqueles que não vão para o comércio de entretenimento e sim para o comércio de carne são mortos com uma espiga de metal no pescoço. Vale ressaltar que o comércio é legal no Japão sob suas leis de pesca e está em vigor desde 1960.

Além dos pacotes de viagens para o oriente, a TUI também promove o Dolphin Discovery, que oferece programas de mergulho com golfinhos na América Central e nos Estados Unidos da América, além do SeaWorld. No entanto, ambas as empresas negam a compra de golfinhos nas caçadas de Taiji. A TUI informou que está em contato com suas parceiras para melhorar o bem-estar dos animais e resolver os possíveis problemas.

Já o SeaWord, por meio de seu diretor, Chris Dold, negou relação com maus-tratos e afirmou que “o SeaWorld é reconhecido como líder na definição de padrões para o melhor tratamento de mamíferos marinhos”.


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Parque encerra shows com golfinhos, mas ainda força animais a interagirem com o público

Pixabay

O parque temático Ocean Park , localizado em Hong Kong, comunicou que encerrará seus shows com golfinhos e leões-marinhos, no entanto, continuará permitindo que os visitantes abracem os golfinhos.

Segundo o site Daily Mail, a atividade com os golfinhos é bastante criticada pelo defensores dos direitos animais, uma vez que os animais sofrem violência física e mental com a vida em cativeiro. Além disso, de acordo com a Born Free Foundation (Fundação Nascimento Livre), as atividades com o público são estressantes para os golfinhos.

“A decisão do Ocean Park de encerrar seus shows de golfinhos, mas manter os animais como um artifício turístico é uma oportunidade ética perdida”, disse Jason Baker, vice-presidente da PETA, em entrevista concedida ao Daily Mail.

A organização Hong Kong Animal Rights Education (Educação sobre Direitos Animais em Hong Kong) escreveu um comunicado no Facebook dizendo que a decisão do parque foi um passo importante, mas também sugeriu que o cativeiro acabe gradualmente.

De acordo com o parque, existiam 7.600 animais, incluindo 63 mamíferos marinhos, 59 mamíferos terrestres e 454 pássaros e outros.

Ainda após as críticas, o parque sofreu um declínio de mais de 30% desde que os protestos pró-democracia eclodiram, informou recentemente o South China Morning Post.

Com isso, o governo de Hong Kong planeja ajudar o parque com de US $ 1,4 bilhão e, além do mais, o parque tem a pretensão de adicionar mais 26 novas atrações.


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